Que estranha forma de vida,
São essas que temos por aí.
Sem rumo ou sorte desfalecida,
Preocupada com o que nos atraí
Por essa nossa estranha forma de vida.
Com o sossego em quer quebrar o silêncio
Que nos liguem com o acaso.
Faz viver o hoje em estado boémio
Sempre de olho no nosso ocaso
Por entre o sossego em quer quebrar o silêncio.
Sempre abraçando o vento.
Em ouvir o que mundo te quer dizer
Sem nunca mencionar esse sentimento
De tanto que desejavas ter
Sempre que abraças o vento.
São rumos, são desejos, são saudades.
São tristezas sem razão
São loucos por verdades
São suspiros com coração
São rumos, são desejos, são saudades.
Desse nosso Fado presente
Estamos a viver a vida
Fintando o futuro de frente.
Sem nunca recear a Sorte desconhecida
Desse nosso Fado presente.
Afinal tudo isto é triste,
Tudo isto é Fado,
Tudo isto é...
Destino...
Sorte...
Vida...
Suspiro...
Vento...
Tudo isto é recordar
Essas nossas estranhas formas de vida.
domingo, 18 de outubro de 2009
Que Estranha Forma De Vida!
Postado por Marcos JaeJoong às 01:52 0 comentários
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terça-feira, 6 de outubro de 2009
Sacudir tormentos,fardos inaceitáveis!
Postado por Marcos JaeJoong às 12:19 1 comentários
sábado, 19 de setembro de 2009
Poema: Meu Tudo
O que tenho de vc
pode parecer um nada,
mas que ao mesmo tempo é meu tudo.
Não tenho seu corpo físico,
mas sua imagem não sai da minha mente.
Não tenho sequer seu rosto,
mas o tenho tocado, carinhosamente.
Não tenho seu olhar,
mas sinto seus olhos sempre me fitarem.
Não tenho sua boca,
mas sinto seus lábios sempre me beijarem!
Não ouço sua voz,
mas escuto suas juras de amor.
Não tenho suas mãos,
mas sinto-as em meu corpo, com calor.
Não tenho seus braços,
mas, louca, sinto forte o seu abraço.
Não tenho seu peito,
mas nele me deito, se me vem o cansaço.
Não tenho sua pele, seu corpo,
mas sinto seu cheiro, seu calor.
Não tenho, enfim, nada de você,
mas sinto teu amor
O que tenho de você
pode parecer um nada,
mas que ao mesmo tempo é meu tudo.
Postado por Marcos JaeJoong às 16:57 0 comentários
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Poema:Vivo sem sentido a vida.
Vivo sem sentido a vida.
Abandono a mim mesmo e tento apagar-me no esquecimento.
Sou como um rio que sempre as águas do passado fluem.
A vida que inocente detenho, prevalece morta.
Tenho em mim dores infindas que lampejam
Em minha alma como um relâmpago
E chuvas de inverno que escorrem
Em meus olhos baços e banzos como a morbidez.
Trago tantas mágoas reprimidas em meu peito
E tantas sodades da vida que já se foi
E nunca mais regressará como uma flor
Tanto aquecida pelo calor do sol.
A vida já me vai junta a esperança, que já tive,
Este que se consome em chamas escuras
Que hoje me guiam na vida, que vivo sem sentido.
Tenho a noite em mim, ressentida, ferida,
E elas estão abertas em minha alma
São como flores desperdiçando seu cheiro
Transformando-se em simples podridão
E morte... morte... noite... dor...
Minha alma é como uma cova,
Onde me olho e reflito em algo
Que eu sou: sombrio, misterioso, místico
E ser amoroso em rotações da vida e do tempo.
No tempo que me sinto perdido no que sou,
No que fui e no que ser,
Em um futuro conseqüente...
Sou como folhas outonais caindo
Porque no amadurecimento ou na essência
Que possuíam transbordaram num ato de auto-preservar,
Depois se perderam em vidas sem sentido...
Sem sentidos, jazem no chão como um corpo frio,
Vazio e sob sombras envolta.
Vivo sem sentido a vida,
Incompleta, vazia como um vaso quebrado
Com flores maltratadas que sangram a vida
Que lhes resta, ainda.
Meu rosto frio, triste e sem vida... sou como um espectro,
Que vaga por caminhos perdidos... pássaro ferido
Sob uma prisão de muros altos...
Assim, olho-me a um espelho
Aquecendo a vida sem sentido.
Postado por Marcos JaeJoong às 01:25 2 comentários
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