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domingo, 18 de outubro de 2009

Que Estranha Forma De Vida!

Que estranha forma de vida,
São essas que temos por aí.
Sem rumo ou sorte desfalecida,
Preocupada com o que nos atraí
Por essa nossa estranha forma de vida.

Com o sossego em quer quebrar o silêncio
Que nos liguem com o acaso.
Faz viver o hoje em estado boémio
Sempre de olho no nosso ocaso
Por entre o sossego em quer quebrar o silêncio.

Sempre abraçando o vento.
Em ouvir o que mundo te quer dizer
Sem nunca mencionar esse sentimento
De tanto que desejavas ter
Sempre que abraças o vento.

São rumos, são desejos, são saudades.
São tristezas sem razão
São loucos por verdades
São suspiros com coração
São rumos, são desejos, são saudades.

Desse nosso Fado presente
Estamos a viver a vida
Fintando o futuro de frente.
Sem nunca recear a Sorte desconhecida
Desse nosso Fado presente.

Afinal tudo isto é triste,
Tudo isto é Fado,
Tudo isto é...
Destino...
Sorte...
Vida...
Suspiro...
Vento...
Tudo isto é recordar
Essas nossas estranhas formas de vida.

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